sábado, 18 de junho de 2011
Rubedo
O famigerado caso do “copianço” no CEJ não passa de mais um corolário da tentação alquímica de transformar jovens quase acabados de sair dos bancos das Faculdades em Juízes.
Visões extremas e perversas do paralelismo das magistraturas não devem continuar a adiar as reformas que se impõem em matéria de recrutamento e formação dos Magistrados. Reformas que devem potenciar o essencial: as garantias de independência / autonomia, de ética e de competência dos depositários dos poderes que a Constituição confere às magistraturas.
Visões extremas e perversas do paralelismo das magistraturas não devem continuar a adiar as reformas que se impõem em matéria de recrutamento e formação dos Magistrados. Reformas que devem potenciar o essencial: as garantias de independência / autonomia, de ética e de competência dos depositários dos poderes que a Constituição confere às magistraturas.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Depois desta campanha
As palavras que podem qualificar o que assistimos, não precisam de aqui ser reproduzidas.
Se não acabar esta política-vaudeville (do pior) será ela a acabar com o regime.
A Democracia exige uma revolução. Pela cidadania activa e contra a anomia. Os actuais partidos têm de ser tomados por dentro e/ou refundados. O que só sucederá com o empenhamento – generalizado - dos que, sendo sérios, capazes e profissionalmente independentes da política, têm algo para dar à polis, desinteressadamente. E sem dependência de interesses.
Ainda não há razões para acreditar que ande por aí moeda boa. Mas há uma que é, comprovadamente, má. Reconhecê-lo, para todos os efeitos, é uma questão de bom senso.
Ter visões, um antídoto para os pesadelos.
Se não acabar esta política-vaudeville (do pior) será ela a acabar com o regime.
A Democracia exige uma revolução. Pela cidadania activa e contra a anomia. Os actuais partidos têm de ser tomados por dentro e/ou refundados. O que só sucederá com o empenhamento – generalizado - dos que, sendo sérios, capazes e profissionalmente independentes da política, têm algo para dar à polis, desinteressadamente. E sem dependência de interesses.
Ainda não há razões para acreditar que ande por aí moeda boa. Mas há uma que é, comprovadamente, má. Reconhecê-lo, para todos os efeitos, é uma questão de bom senso.
Ter visões, um antídoto para os pesadelos.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Iliteracia ética
Há dois milénios que se afirma que aos gestores da coisa pública não basta não dever e não temer.
Alguns ainda não compreenderam.
Alguns ainda não compreenderam.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Falinhas mansas

Enquanto a geração do abismo continua a politicar, que para mais não dá, esgotou-se o tempo das falinhas mansas.
O catroguês é curto. O sentido de Estado já só se exprime em formas superiores de vernáculo.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Empreendedorismo é …
… ganhar negócios antes de existir.
Maravilhas da sociedade do conhecimento?
Adenda (2011-05-11): direito de resposta, relativo às SROC.
Maravilhas da sociedade do conhecimento?
Adenda (2011-05-11): direito de resposta, relativo às SROC.
terça-feira, 26 de abril de 2011
A Fé, é cega …
Os crentes de que o PEC IV teria salvo a Pátria, não viram, não ouviram e por certo continuarão a não ler …
Mesmo Teixeira dos Santos já arde na fogueira destinada aos apóstatas.
Mesmo Teixeira dos Santos já arde na fogueira destinada aos apóstatas.
domingo, 17 de abril de 2011
Mestre Confúcio disse ...
"Não te preocupes porque não tens qualquer posição oficial. Preocupa-te com as tuas próprias qualificações" ("Os Analectos", Liv. IV).
segunda-feira, 11 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Longa noite farsista
A “D. Branca” do endividamento nacional estourou. Um dia tinha mesmo de estourar.
O Governo fez-se empurrar quando os sinais de que estaria prestes a chegar aqui eram indisfarçáveis. O Adamastor de Abril, só surpreendeu nautas muito, muito desatentos.
A Oposição foi a jogo, sob pena de se anular, tomando como mal menor o risco de fornecer um álibi para o desastre.
Os banqueiros do regime entraram (outra vez) em cena, no momento azado, no papel que lhes cabia.
Um jornal de confiança marcou a agenda e tocou o sino. O clímax atingiu-se em horário nobre.
Num momento em que se exige sentido de Estado, de missão e visão estratégica, os principais protagonistas só dão mostras, mais ou menos profissionais, de tacitismo e calculismo eleiçoeiro.
Esta farsa não acaba bem.
O Governo fez-se empurrar quando os sinais de que estaria prestes a chegar aqui eram indisfarçáveis. O Adamastor de Abril, só surpreendeu nautas muito, muito desatentos.
A Oposição foi a jogo, sob pena de se anular, tomando como mal menor o risco de fornecer um álibi para o desastre.
Os banqueiros do regime entraram (outra vez) em cena, no momento azado, no papel que lhes cabia.
Um jornal de confiança marcou a agenda e tocou o sino. O clímax atingiu-se em horário nobre.
Num momento em que se exige sentido de Estado, de missão e visão estratégica, os principais protagonistas só dão mostras, mais ou menos profissionais, de tacitismo e calculismo eleiçoeiro.
Esta farsa não acaba bem.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Outros mercados
A compra de testemunhos, é mercado com antigas tradições entre nós:
“Testemunhas falsas a três libras – tal é o seu preço em Lisboa, preço fixo e público; igualmente é do conhecimento geral os locais onde elas se encontram, as horas em que se pode encontrá-las, os sinais por que se dão a conhecer”.
J.B.F. Carrère, “Panorama de Lisboa no ano de 1796”, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1989, pp. 139-140.
(para quebrar a tradição, um post a sério no “dia das mentiras”).
“Testemunhas falsas a três libras – tal é o seu preço em Lisboa, preço fixo e público; igualmente é do conhecimento geral os locais onde elas se encontram, as horas em que se pode encontrá-las, os sinais por que se dão a conhecer”.
J.B.F. Carrère, “Panorama de Lisboa no ano de 1796”, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1989, pp. 139-140.
(para quebrar a tradição, um post a sério no “dia das mentiras”).
quinta-feira, 31 de março de 2011
Patologias
Quando:
- a Imprensa desinforma;
- a Oposição explora demagogicamente a desinformação;
- o Governo está descredibilizado ao ponto de a opinião pública ignorar ou não acreditar nos seus esclarecimentos;
a doença é degenerativa e o prognóstico muito reservado...
- a Imprensa desinforma;
- a Oposição explora demagogicamente a desinformação;
- o Governo está descredibilizado ao ponto de a opinião pública ignorar ou não acreditar nos seus esclarecimentos;
a doença é degenerativa e o prognóstico muito reservado...
quarta-feira, 30 de março de 2011
Depoimento ou ventriloquismo?
É uma problemática que está na ordem do dia. Com adereços simpáticos, até pode ter piada.
Ronda das livrarias
Compras de Março; escritos com a mão esquerda:
(Romance, de Pedro Vieira)
(Contos, de José Luís Ferreira).
domingo, 27 de março de 2011
Uma solução para o défice
passaria por taxar a atrevida ignorância jornalística. Confundir os limites de valor para aprovação da despesa, com os aplicáveis à escolha do procedimento de ajuste directo, é uma asneira piramidal.
Entretanto, as significativas flexibilizações dos ajustes directos, introduzidas pelo DL que veio regular a execução do OE / 2011, passaram sem reparo.
Entretanto, as significativas flexibilizações dos ajustes directos, introduzidas pelo DL que veio regular a execução do OE / 2011, passaram sem reparo.
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