sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Não mudam

Convocar uma manifestação com o lema Cerco ao Parlamento, é coisa de inimigos da Democracia. Ponto.
Se os parlamentares que vamos tendo são, em geral, uma nódoa, os cidadãos só podem queixar-se de si próprios. O lugar a ocupar é outro.

Voto de confiança

Hoje esfuma-se um dos vértices do triângulo das Bermudas judiciário.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Simplex


António Costa continua muito forte na criação de sound bites.

domingo, 16 de setembro de 2012

Nova receita de Cocktail Molotov

Junta-se 1 jota e 1 tecnocrata desprovido de dimensão política, doses generosas de auto-estima e espera-se q.b..

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Contagem decrescente

Se a Justiça democrática também não souber lidar com isto, a palavra de ordem não será reforma.

Fontes abertas

Bastava estar atento às ditas, para perceber no que se tornaram os serviços de informações.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Incontinências

Marinho Pinto a favor da saída da prisão de Duarte Lima.

Bem sei, é só mais uma das inúmeras declarações públicas do Senhor Bastonário que o Estatuto da OA não consente. Terá caído em desuso, talvez. “Vale o costume sem lei …”, também sabemos. Mas ficaria mais descansado se alguém fosse verificar os sinais vitais do Conselho Superior da OA.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Obama - Hollande

A mesma palavra de ordem. A mesma espessura. Provavelmente, o mesmo saldo.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A tragédia da Rua d’ “O Século”

A designação de novos Juízes para o Tribunal Constitucional deveria ser notícia sem margem para polémicas. Mais uma vez, não é.

Mantenho o que por aqui comentei. Não há sistema que possa resistir à falta de sentido de Estado dos decisores.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Imposto

Ando a pagar quotas para uma entidade reguladora que não existe.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Vamos brincar à transparenciazinha?

Os ímpetos de combate à corrupção e ao enriquecimento ilícito dos titulares de cargos públicos, por via declarativa, remontam, pelo menos, à legislação de Filipe IV de 1622-23, retomada por D. João IV em 1654-55, que instituiu a obrigatoriedade de declarações de património.

No tempo em que foram escritos a Arte de Furtar ou o Sermão do Bom Ladrão, queria D. João IV “atalhar quanto for possivel a desordenada cobiça, que he raiz de todos os males”, ordenando “que todos os Ministros que ao presente me servem, ou servirão desde o anno de mil seiscentos e quarenta a esta parte sejão obrigados a dar, & com effeito em termo de dois meses, Relação ou Inventario assinado & jurado de todos os bens ou fazenda que cada hum dos dittos Ministros ou Officiaes tiverem , & possuirem ao tempo de fazerem o tal inventario & assim os mais que tiverão, & possuirão quando entrarão a servir os dittos cargos & officios”.

Três séculos e meio depois, já é tempo de reconhecer que a arte de furtar convive bem com a transparência declarativa, tirando as devidas ilações em matéria de prioridades de actuação e de alocação de meios.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Leitos eleitos

“Um Chefe de Estado eleito pela História”, reclamam. Ainda se fosse pela Filosofia …

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Fitas

Quando as ideias são curtas e o casting é mau, o resultado só pode ser uma nódoa.