sábado, 26 de abril de 2014

Interpelação actual

(aos defensores da democracia liberal):

"... vamos acabar com o estado a que chegámos!"

(Salgueiro Maia, 25-04-1974)

quinta-feira, 24 de abril de 2014

domingo, 13 de abril de 2014

Concentremo-nos no cerne

A fazer fé em várias sondagens, neste momento os portugueses anseiam por Rui Rio e António Costa. 

Os partidos insistem, porém, em oferecer-lhes Passos Coelho e António José Seguro, acolitados pelo irrevogável Paulo Portas.

Ao novos Desejados, o sistema contrapõe um rotativismo de jotas descredibilizados.

A gangrena do regime nasce deste divórcio. Atalhá-la, passa por promover a reconciliação dos eleitores com os mecanismos de representação.

Honra lhe seja feita


Não estou a ver este Homem a reivindicar um privilégio à palavra, na casa da Democracia.

MFA


A Democracia deve ter memória, mas não tem donos (pelo menos desde 1982).
(quanto às tontices, ficam com quem as pratica)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Educar a rapaziada

Depois das fusões abandonadas e das fusões esquecidas, na Horta Seca tocam trombetas anunciando fusões extravagantes.

Com tanto fusível fundido, será talvez preferível fundir o Governo com a Casa do Gaiato.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Sentido proibido

Os bancários que pontificam no Governo estão a ficar sem margem de manobra.

É desta que obrigam o homem das PPP a fazer o que ainda não foi feito?

Romântico mas não trôpego

Num exercício de legítima defesa mediática, o Tribunal Constitucional geriu muito bem – e sem excesso – a crise do acórdão; antes e depois.

domingo, 8 de dezembro de 2013

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Significância

Com um Bastonário em que se revê 31% da classe, a Ordem dos Advogados vai continuar na senda da irrelevância.

domingo, 10 de novembro de 2013

Liberdade

Não queremos barreirinhas, queremos salto em altura!

(mural anarquista, em Lisboa, c. 1975)

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

terça-feira, 22 de outubro de 2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Não nos Palmem Por Parvos

Este banqueiro veio, magnanimamente, sugerir a renegociação do serviço da dívida das PPP. “Não é deixar de pagar”, avisa, apenas uma dilação do período de carência (com eventuais contrapartidas que não especifica).

A solução das desvairadas PPP que temos – que tem vindo a ser iludida pelos próximos da banca no Governo – terá de ser outra. Não estando o Estado em condições de cumprir todos os compromissos que assumiu, a equidade ditaria a revisão da generalidade das taxas internas de rendibilidade, que se afiguram pornográficas nas actuais circunstâncias. A alteração de circunstâncias, o estado de necessidade e a compressão do princípio da confiança não podem ser invocadas apenas nos contratos do Estado com partes mais fracas … A realpolitik poderá ditar outro caminho, aceitável: a “compra” das PPP, financiada com encargos consideravelmente mais moderados que o “não deixar de pagar”.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Plano de fuga

Falhada a reforma do Estado, avança uma descarada provocação ao Tribunal Constitucional. Só faltou requerer expressamente o “chumbo” que se quer como pretexto.

Se Cavaco ainda existir, desta vez a fiscalização deverá ser preventiva.

E as alternativas terão de ser apressadas.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Por este andar, não há eleições


Tribunal recusa candidatura “susceptível de induzir os cidadãos eleitores em erro”.