quinta-feira, 21 de agosto de 2014
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Desfaçatez e consequência
É sempre reconfortante ver que mais um ultra encontrou a sua estrada de Damasco.
Talvez agora possa reponderar a oportunidade de anunciadas concessões de serviços públicos essenciais, num sector onde nunca existiu, sequer, um arremedo de regulação.
sexta-feira, 20 de junho de 2014
sábado, 17 de maio de 2014
A limpeza da Nação
O Governo calendariza a feitura de colheres de pau, António José continua a ser o Seguro, Cavaco
inconsegue e o Tribunal Constitucional faz-se de morto.
sábado, 26 de abril de 2014
Interpelação actual
(aos defensores da democracia liberal):
"... vamos acabar com o estado a que chegámos!"
(Salgueiro Maia, 25-04-1974)
"... vamos acabar com o estado a que chegámos!"
(Salgueiro Maia, 25-04-1974)
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Amplas liberdades, legalidade e separação de poderes
Com as liberdades que temos, os gestores públicos podem comportar-se como parvalorem. Mas não devem.
domingo, 13 de abril de 2014
Concentremo-nos no cerne
A fazer fé em várias
sondagens, neste momento os portugueses anseiam por Rui Rio e António
Costa.
Os partidos insistem, porém,
em oferecer-lhes Passos Coelho e António José Seguro, acolitados pelo
irrevogável Paulo Portas.
Ao novos Desejados, o sistema contrapõe um rotativismo
de jotas descredibilizados.
A gangrena do regime nasce
deste divórcio. Atalhá-la, passa por promover a reconciliação dos eleitores com
os mecanismos de representação.
MFA
A Democracia deve ter
memória, mas não tem donos (pelo menos desde 1982).
(quanto às tontices, ficam com quem as pratica)
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Educar a rapaziada
Depois das fusões abandonadas e das fusões esquecidas, na Horta Seca tocam trombetas anunciando fusões extravagantes.
Com tanto fusível fundido, será talvez preferível fundir o Governo com a Casa do Gaiato.
Com tanto fusível fundido, será talvez preferível fundir o Governo com a Casa do Gaiato.
quarta-feira, 12 de março de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Sentido proibido
Os bancários que pontificam no Governo estão a ficar sem margem de manobra.
É desta que obrigam o homem das PPP a fazer o que ainda não foi feito?
É desta que obrigam o homem das PPP a fazer o que ainda não foi feito?
Romântico mas não trôpego
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
Leva as mágoas para o mar
Estes rapazes estão a ficar muito enervados.
Sendo preciso pensar mais do que isto, eles têm um problema.
Sendo preciso pensar mais do que isto, eles têm um problema.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Significância
Com um Bastonário em que se revê 31% da classe, a Ordem dos Advogados vai continuar na senda da irrelevância.
domingo, 10 de novembro de 2013
Liberdade
Não queremos barreirinhas, queremos salto em altura!
(mural anarquista, em Lisboa, c. 1975)
(mural anarquista, em Lisboa, c. 1975)
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Não nos Palmem Por Parvos
Este banqueiro veio, magnanimamente, sugerir a renegociação do serviço da dívida das PPP. “Não é deixar de pagar”, avisa, apenas uma dilação do período de carência (com eventuais contrapartidas que não especifica).
A solução das desvairadas PPP que temos – que tem vindo a ser iludida pelos próximos da banca no Governo – terá de ser outra. Não estando o Estado em condições de cumprir todos os compromissos que assumiu, a equidade ditaria a revisão da generalidade das taxas internas de rendibilidade, que se afiguram pornográficas nas actuais circunstâncias. A alteração de circunstâncias, o estado de necessidade e a compressão do princípio da confiança não podem ser invocadas apenas nos contratos do Estado com partes mais fracas … A realpolitik poderá ditar outro caminho, aceitável: a “compra” das PPP, financiada com encargos consideravelmente mais moderados que o “não deixar de pagar”.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Plano de fuga
Falhada a reforma do Estado, avança uma descarada provocação ao Tribunal Constitucional. Só faltou requerer expressamente o “chumbo” que se quer como pretexto.
Se Cavaco ainda existir, desta vez a fiscalização deverá ser preventiva.
E as alternativas terão de ser apressadas.
Se Cavaco ainda existir, desta vez a fiscalização deverá ser preventiva.
E as alternativas terão de ser apressadas.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Por este andar, não há eleições
Tribunal recusa candidatura “susceptível de induzir os cidadãos
eleitores em erro”.
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Quem nunca sentenciou, opina.
A decisão judicial deve ponderar os argumentos das partes, sem cair na tentação de contra-alegar. O discurso do causídico não é o do julgador.
A decisão judicial deve abster-se de considerações desnecessárias à sua fundamentação. E deve abster-se, em absoluto, de argumentários que, para além de desnecessários, se afigurem polémicos e possam ser descontextualizados.
A decisão judicial deve comunicar eficazmente com o público alargado que hoje a pode escrutinar. As competências de comunicação do julgador são o melhor remédio para a impreparação ou ligeireza de muitos mediadores / comentadores.
A decisão judicial deve abster-se de considerações desnecessárias à sua fundamentação. E deve abster-se, em absoluto, de argumentários que, para além de desnecessários, se afigurem polémicos e possam ser descontextualizados.
A decisão judicial deve comunicar eficazmente com o público alargado que hoje a pode escrutinar. As competências de comunicação do julgador são o melhor remédio para a impreparação ou ligeireza de muitos mediadores / comentadores.
quarta-feira, 31 de julho de 2013
Ferrovia na crise
Quando às tentações da crise se junta a garotice de alguns decisores de nomeação política, certos processos de decisão, baseados exclusivamente em risk assessment feitos à medida, dão no que dão.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
quinta-feira, 4 de julho de 2013
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Não regulam
No ponto em que estamos, parece que só um Congresso do PSD poderá pôr algum senso no funcionamento das instituições desta república.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Triângulo das Bermudas
A 12, foi-se outro vértice. O que falta, fez-lhe o epitáfio, com o costumado nível.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
segunda-feira, 15 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Vil tristeza
Sem um pacto de regime, a sério, sobre as questões fundamentais para o controlo do défice e o crescimento económico, não adianta mudar as moscas.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
domingo, 25 de novembro de 2012
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
Nova receita de Cocktail Molotov
Junta-se
1 jota e 1 tecnocrata desprovido de dimensão política, doses generosas de
auto-estima e espera-se q.b..
sábado, 15 de setembro de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Contagem decrescente
Se a Justiça democrática também não souber lidar com isto, a palavra de ordem não será reforma.
Fontes abertas
Bastava estar atento às ditas, para perceber no que se tornaram os serviços de informações.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Incontinências
Marinho Pinto a favor da saída da prisão de Duarte Lima.
Bem sei, é só mais uma das inúmeras declarações públicas do Senhor Bastonário que o Estatuto da OA não consente. Terá caído em desuso, talvez. “Vale o costume sem lei …”, também sabemos. Mas ficaria mais descansado se alguém fosse verificar os sinais vitais do Conselho Superior da OA.
sábado, 12 de maio de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
A tragédia da Rua d’ “O Século”
quinta-feira, 1 de março de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Vamos brincar à transparenciazinha?
Os ímpetos de combate à corrupção e ao enriquecimento ilícito dos titulares de cargos públicos, por via declarativa, remontam, pelo menos, à legislação de Filipe IV de 1622-23, retomada por D. João IV em 1654-55, que instituiu a obrigatoriedade de declarações de património.
No tempo em que foram escritos a Arte de Furtar ou o Sermão do Bom Ladrão, queria D. João IV “atalhar quanto for possivel a desordenada cobiça, que he raiz de todos os males”, ordenando “que todos os Ministros que ao presente me servem, ou servirão desde o anno de mil seiscentos e quarenta a esta parte sejão obrigados a dar, & com effeito em termo de dois meses, Relação ou Inventario assinado & jurado de todos os bens ou fazenda que cada hum dos dittos Ministros ou Officiaes tiverem , & possuirem ao tempo de fazerem o tal inventario & assim os mais que tiverão, & possuirão quando entrarão a servir os dittos cargos & officios”.
Três séculos e meio depois, já é tempo de reconhecer que a arte de furtar convive bem com a transparência declarativa, tirando as devidas ilações em matéria de prioridades de actuação e de alocação de meios.
No tempo em que foram escritos a Arte de Furtar ou o Sermão do Bom Ladrão, queria D. João IV “atalhar quanto for possivel a desordenada cobiça, que he raiz de todos os males”, ordenando “que todos os Ministros que ao presente me servem, ou servirão desde o anno de mil seiscentos e quarenta a esta parte sejão obrigados a dar, & com effeito em termo de dois meses, Relação ou Inventario assinado & jurado de todos os bens ou fazenda que cada hum dos dittos Ministros ou Officiaes tiverem , & possuirem ao tempo de fazerem o tal inventario & assim os mais que tiverão, & possuirão quando entrarão a servir os dittos cargos & officios”.
Três séculos e meio depois, já é tempo de reconhecer que a arte de furtar convive bem com a transparência declarativa, tirando as devidas ilações em matéria de prioridades de actuação e de alocação de meios.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Livraria Portugal
Por estes dias, em que só a mediocridade é competitiva, uma reputada livraria, com excelente localização, conhecida por vender livros que mais ninguém tinha e pelo saber enciclopédico dos seus profissionais, obviamente encerra.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Outros défices
As magistraturas têm, a vários níveis, défice de liderança. Muitos pensarão até que se trata de matéria alheia ao funcionamento das ditas.
No Ministério Público acresce um défice de funcionamento das hierarquias, nos termos e com os limites estatutariamente consagrados, em prejuízo da eficiência e eficácia e da igualdade dos cidadãos perante lei.
Independentemente da opinião que se perfilhe quanto à bondade ou oportunidade desta iniciativa, a discussão que gerou em torno da regionalização ou mesmo pulverização do Ministério Público teve a virtude de pôr a nu as actuais assimetrias de liderança, confirmando o descomunal défice existente no topo.
No Ministério Público acresce um défice de funcionamento das hierarquias, nos termos e com os limites estatutariamente consagrados, em prejuízo da eficiência e eficácia e da igualdade dos cidadãos perante lei.
Independentemente da opinião que se perfilhe quanto à bondade ou oportunidade desta iniciativa, a discussão que gerou em torno da regionalização ou mesmo pulverização do Ministério Público teve a virtude de pôr a nu as actuais assimetrias de liderança, confirmando o descomunal défice existente no topo.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Bomba-relógio
Um destes dias, estas notícias falarão de magistrados e não haverá argumentos que possam colar os cacos.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
O PREC cosmopolita
Da energia aos transportes e outros SIEG, as actuais perspectivas são de consolidação de monopólios e sua entrega à gestão pública, por empresas públicas estrangeiras.
Que o novo ano nos surpreenda, pela prevalência do realismo sobre a nossa ancestral irrealidade, são os meus votos.
Que o novo ano nos surpreenda, pela prevalência do realismo sobre a nossa ancestral irrealidade, são os meus votos.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Magrezas do Estado
O património cultural ferroviário é um assunto demasiado sério para continuar entregue aos ferroviários.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
O pântano
O estado a que o regime chegou, também é fruto de processos judiciais que nunca existiram.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Esperanças
“Esperar pelo melhor é preparar-se para o perder: eis a regra”.
Como diz o prezado A.R., no ponto em que estamos isto não é caso para desesperadas esperanças.
Como diz o prezado A.R., no ponto em que estamos isto não é caso para desesperadas esperanças.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Vasos comunicantes
Quando em 09 de Junho de 2003 entrei na blogosfera, com um post a propósito do Dr. Marinho e Pinto e das relações Magistrados / Advogados, não podia suspeitar que o que então eram abusos pontuais seria, a breve trecho, prática corrente, dominando o espaço público.
Isto, isto, ou isto …, são meros exemplos do circo institucional em que a Justiça actualmente se degrada, que de tão banais quase não suscitam reparo.
Becas e togas, são feitas do mesmo pano, diz-se. Mas o pano vestido pela maioria das mulheres e homens do foro só pode ser distinto do usado pelos que hoje institucionalmente os representam. Não estamos condenados ao estado a que isto chegou.
Isto, isto, ou isto …, são meros exemplos do circo institucional em que a Justiça actualmente se degrada, que de tão banais quase não suscitam reparo.
Becas e togas, são feitas do mesmo pano, diz-se. Mas o pano vestido pela maioria das mulheres e homens do foro só pode ser distinto do usado pelos que hoje institucionalmente os representam. Não estamos condenados ao estado a que isto chegou.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
O sexo dos anjos?
Não parecendo curar das reiteradas violações do dever de reserva ou de outras questões candentes que abalam o crédito da magistratura judicial, o CSM estará, por certo, ocupado com temas de superior transcendência.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Poços de silêncio
Passados onze dias sobre esta notícia (tanto quanto apurei, não desmentida), continuam a ecoar num ensurdecedor silêncio institucional duas questões:
- Pode um magistrado judicial ser contratado e receber pagamento, designadamente em regime de avença, para emitir regularmente opiniões / comentários em meios de comunicação social, atento o disposto no artº. 13º. do Estatuto dos Magistrados Judiciais?
- Deve um Bastonário da Ordem dos Advogados em exercício, receber pagamento por opiniões / comentários sobre questões de Direito e Justiça em meios de comunicação social?
- Pode um magistrado judicial ser contratado e receber pagamento, designadamente em regime de avença, para emitir regularmente opiniões / comentários em meios de comunicação social, atento o disposto no artº. 13º. do Estatuto dos Magistrados Judiciais?
- Deve um Bastonário da Ordem dos Advogados em exercício, receber pagamento por opiniões / comentários sobre questões de Direito e Justiça em meios de comunicação social?
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
É dos livros …
… "que a regressão de vencimentos ou de pensões a grupos específicos é um imposto".
Haverá falta de livros no Tribunal Constitucional?
Haverá falta de livros no Tribunal Constitucional?
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Legalidade e respeitinho
Para além de algumas pretensas lições de bom senso e boa educação, em matéria de formalismos protocolares (boa parte das quais poderiam ser extensivas ao trato com qualquer cidadão ou entidade), a preocupação desta Circular com o nível de relacionamento do Ministério Público com os titulares de órgãos de soberania, vem cercear a autonomia dos magistrados titulares dos processos, sem avocação formal dos mesmos, quando estejam em causa políticos de nomeada.
Já não basta o “estrito respeito e cumprimento das normas constitucionais e legais que regem as imunidades e prerrogativas que assistem a tais órgãos e entidades”, exige-se também a “percepção de que a relevância institucional de tais entidades e órgãos demandam, em determinadas situações, a intervenção e intermediação de graus de hierarquia superiores”.
Submetendo a legalidade ao primado do respeitinho, almeja-se uma magistratura cortesã, que pelos vistos cortês não basta.
Já não basta o “estrito respeito e cumprimento das normas constitucionais e legais que regem as imunidades e prerrogativas que assistem a tais órgãos e entidades”, exige-se também a “percepção de que a relevância institucional de tais entidades e órgãos demandam, em determinadas situações, a intervenção e intermediação de graus de hierarquia superiores”.
Submetendo a legalidade ao primado do respeitinho, almeja-se uma magistratura cortesã, que pelos vistos cortês não basta.
sábado, 15 de outubro de 2011
Retornados
Os inimigos públicos
Acudir à emergência nacional onerando, de forma objectivamente discriminatória, os rendimentos dos trabalhadores do sector público, é não só inconstitucional (excepto para o TC que temos ...), como imoral.
Obrigar um grupo minoritário a arcar com os ónus do desvario colectivo, tem tradição e poderá ter vários nomes, nenhum dos quais é Equidade.
Obrigar um grupo minoritário a arcar com os ónus do desvario colectivo, tem tradição e poderá ter vários nomes, nenhum dos quais é Equidade.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Ronda das livrarias
(Almedina, Junho de 2011 – trad. por Alberto Luís)
Uma reflexão acutilante sobre os dilemas tradicionais da advocacia, o actual crepúsculo da profissão liberal e alguns caminhos para que o Advogado “seja útil aos cidadãos e não nocivo ao sistema em que opera”. Termina com uma exortação aos “colegas demasiado cansados de luta” e aos “jovens impacientes de a empreender sem sonhos”.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Releitura do dia
“Ética republicana e reforma do Estado”, artigo de Jorge Miranda, no “Público” de 30 de Set. p.p. (p. 43 – link não disponível).
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Uma questão de honra
No mundo dos homens de leis, lutar para que se faça Justiça não é profissão, é uma opção de vida.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Magistratura e estratégias processuais
Não definindo o Ministério Público critérios objectivos que norteiem as decisões de requerer a intervenção de tribunal de Júri, a gestão da oportunidade desse requerimento sempre se prestará a leituras que não abonam a acusação e não contribuem para credibilizar os julgamentos com intervenção de jurados.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
quarta-feira, 29 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Paralamentar
O convite a Fernando Nobre foi um disparate. Mas a sua não eleição é um péssimo prenúncio. Demonstra, antes de mais, que a nova maioria está mal colada e que as prioridades de Portas são condicionar e ganhar influência. Mas revela, também, que o principal partido da oposição descarta, na primeira oportunidade, o sentido de Estado que seria expectável. Os jotas continuam a politicar à beira do abismo.
sábado, 18 de junho de 2011
A morte de Fontes
Se o desaparecimento do Ministério das Obras Públicas for sinónimo de subordinação das ditas aos desígnios do desenvolvimento económico e da coesão social e territorial, sustentável, pondo um açaime nos vampiros do regime, que trazem no ventre despojos de betão e de alcatrão, em molho de PPP’s – nada a opor.
Rubedo
O famigerado caso do “copianço” no CEJ não passa de mais um corolário da tentação alquímica de transformar jovens quase acabados de sair dos bancos das Faculdades em Juízes.
Visões extremas e perversas do paralelismo das magistraturas não devem continuar a adiar as reformas que se impõem em matéria de recrutamento e formação dos Magistrados. Reformas que devem potenciar o essencial: as garantias de independência / autonomia, de ética e de competência dos depositários dos poderes que a Constituição confere às magistraturas.
Visões extremas e perversas do paralelismo das magistraturas não devem continuar a adiar as reformas que se impõem em matéria de recrutamento e formação dos Magistrados. Reformas que devem potenciar o essencial: as garantias de independência / autonomia, de ética e de competência dos depositários dos poderes que a Constituição confere às magistraturas.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Depois desta campanha
As palavras que podem qualificar o que assistimos, não precisam de aqui ser reproduzidas.
Se não acabar esta política-vaudeville (do pior) será ela a acabar com o regime.
A Democracia exige uma revolução. Pela cidadania activa e contra a anomia. Os actuais partidos têm de ser tomados por dentro e/ou refundados. O que só sucederá com o empenhamento – generalizado - dos que, sendo sérios, capazes e profissionalmente independentes da política, têm algo para dar à polis, desinteressadamente. E sem dependência de interesses.
Ainda não há razões para acreditar que ande por aí moeda boa. Mas há uma que é, comprovadamente, má. Reconhecê-lo, para todos os efeitos, é uma questão de bom senso.
Ter visões, um antídoto para os pesadelos.
Se não acabar esta política-vaudeville (do pior) será ela a acabar com o regime.
A Democracia exige uma revolução. Pela cidadania activa e contra a anomia. Os actuais partidos têm de ser tomados por dentro e/ou refundados. O que só sucederá com o empenhamento – generalizado - dos que, sendo sérios, capazes e profissionalmente independentes da política, têm algo para dar à polis, desinteressadamente. E sem dependência de interesses.
Ainda não há razões para acreditar que ande por aí moeda boa. Mas há uma que é, comprovadamente, má. Reconhecê-lo, para todos os efeitos, é uma questão de bom senso.
Ter visões, um antídoto para os pesadelos.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Iliteracia ética
Há dois milénios que se afirma que aos gestores da coisa pública não basta não dever e não temer.
Alguns ainda não compreenderam.
Alguns ainda não compreenderam.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Falinhas mansas

Enquanto a geração do abismo continua a politicar, que para mais não dá, esgotou-se o tempo das falinhas mansas.
O catroguês é curto. O sentido de Estado já só se exprime em formas superiores de vernáculo.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
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